A sua maldade

Eu te olhei de canto.
Meus olhos desciam até seu braço viajando sobre seu corpo.
Desejei-te em silêncio.
Minha pele sobre a tua em tons diferentes, olhares insinuantes e desejos aflorados.
Tão aflorado feito puberdade de adolescente.
Você sorri de um jeito maldoso.
Aquele quem diz; quero fazer loucuras com você.
Eu correspondo;
Vem sem demora minha vontade é fazer a sua.
As mãos me tocam, silenciosamente meu corpo responde.
Como pode ser tão quente!
Vamos privatizar nossas vontades nos fechar entre quatro paredes.
E matar a sede do sexo que quero com você.
Minha boca saliva… A sua me toca.
Meu corpo arrepia, e ao seu se prende.
Seu corpo vem quente e aquece o meu.
E meu… Mata sua sede.
Você soa, geme, empurra, segura e aperta.
Seu tesão alimenta o meu.
Meu corpo responde a altura dos estímulos.
Eu… Rebolo, empino, suspiro, quico e faço dos seus os meus desejos.
Eu não posso para preciso chegar no auge da adrenalina, sentir a perna tremer.
Endorfina liberada!
Oxitocina liberada!
Quer mais… Eu sei que você aguenta.
Sem hesitar vou por cima… Sem ludibriar eu faço com força.
Eu sei o que seu corpo deseja, estou te saciando me afogando no seu tesão.
Para mim faria isso a noite toda.
Sem me limitar a entrar varias vezes na fila dessa montanha russa.
O meu tour acabou a perna tremeu. Seu peito suspirou da sua boca sai um gemido.
Sua garganta engole seco.
E meu corpo despeja sobre você o alívio do meu tesão.
E os nossos se entrelaçam numa orquestra de suspiro.
Quer mais? Eu sei que você… Aguenta.

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