ODE A MORTE

12660207_865112833601197_820745223_n

Escrito Por: Carlos Monteiro

Minha cabeça grita…

Por palavras cortantes,

Eu vejo pesadelos no seu semblante

Necessito da poesia escrita.

Fecho meus olhos e ouço – te,

Implorando uma salvação

Para a última canção

Mata – te, mata – te, mata – te…

Uma batida, uma dor…

Sim, nasceu e se perdeu,

Minha alma, eu, quem sou eu?

A face do incubo, do horror.

Esta chegando a hora,

A finitude se aproxima – morte.

Sufoco-me, sem ar, sem respiração,

minhas últimas frases, glossolalia… ode, ope, ose, ote…

Bateu fim. Matei-me, sim! Acabou, morreu meu coração.

Deixe uma resposta