Mais um 12 de Junho Qualquer

Era outono, talvez o relógio marcasse 18h47. Eu, embora paulistana, não havia saído preparada de casa, baby look branca, e sem blusa de frio, tomei chuva a caminho da faculdade. Praguejei contra mim mesma, culpando-me pelo péssimo dia que tive.

– Boa noite! – Disse ao entrar no elevador onde percebi olhares de reprovação.

Oitavo andar. Em dias comuns ele estaria mais movimentado, mas em final de semestre, pós-provas, a faculdade tornara-se mesmo um breu.

– Ora, achei que não viria! Parece que o pessoal da sala combinou de não aparecer. – Era meu professor de Direção de Fotografia.

Aqui vai uma nota sobre o referido mestre:

Ele não era muito alto, 1,75m talvez, apenas o suficiente para me cobrir. Seus ombros eram largos e seus braços grandes, embora não muito musculosos, suas pernas mantinham a proporção, e seu bumbum não era do tipo que passava despercebido. Com 45 anos, tinha a pele morena clara, o cabelo grisalho, a voz firme, os olhos claros e um sorriso que deixava qualquer homem invejado, ou poderia dizer encantado? Doutor em Fotografia para Cinema, o professor era o sonho de consumo de qualquer aluna que lhe surgisse, mas isso não era motivo para ele desrespeitá-las ou ser arrogante, sua educação e simpatia aumentava ainda mais o desejo e o vão entre as alunas e o docente.

– Ah! Oi professor. É, parece que sim. Poxa! O senhor vai passar algum conteúdo? – Respondi nervosa, pausando a frase como que pensando em como completá-la.

– Bom, podemos ver um filme, o que acha? Só para você não dar viagem perdida.

O romance europeu sobre um amor obsessivo com cenas de sexo que durou 120 minutos me deixou, algumas vezes, envergonhada, mas não menos excitada.

– O que achou?

Involuntariamente prendi o cabelo revelando o pescoço alvo.

– Intenso o amor deles, não?

– Muito. O melhor é saber que foi baseado em fatos reais. Imagine viver assim. Ainda que dure pouco, acho que vale.

– Bom, meus pais são bem tradicionais. Acho que… – precisei de um tempo para concluir a frase, os olhos dele me intimidavam – conforme minha criação vale a pena casar com alguém e permanecer até que a morte nos separe.

– E você acredita nisso? – Ele respondeu um tanto sarcástico.

– Ah! Eu não tenho pressa para me casar. Formo-me no final do ano. Quero fazer umas loucuras ainda.

– Hahahahaha. Eu sei o que quer dizer. Tenho 45 e ainda não terminei minha lista de loucuras.

– Talvez se casar fosse uma delas.

– Ah! Sem dúvidas! A maior delas. – Rimos juntos. – Já listou suas vontades mais loucas?

(É importante dizer um pouco sobre nossa relação. Este é o primeiro semestre que me dá aula. Contudo, sempre demonstrei meu interesse por ele, diferente da maioria das alunas, fui direta ao dizer, diversas vezes, que ele poderia me dar uma chance. Confesso ser um tanto sincera sobre minhas vontades. Ao mesmo tempo, minhas investidas possuem um tom irônico, isso o deixava confuso, sem saber se eu o desejava de fato, ou o satirizava).

Eu o encaro com um olhar provocativo, desviando-o algumas vezes para baixo, revelando certa timidez.

– Na verdade não. Elas surgem do nada, assim como somem do nada. Minhas vontades são como relâmpagos. Eu as tenho, as cumpro e elas passam.

– Uau! Então cumpre todas?

– Ah… Sim, normalmente sim.

– Bom – ele cruzou os braços e disse num tom provocativo – hoje é dia dos namorados, esse talvez seja o real motivo da falta da maioria, e você, além de estar ensopada, está numa sala de aula sozinha com seu professor. Na sua idade, eu não queria perder tempo. Quero dizer, você poderia estar satisfazendo alguma das suas vontades agora.

– Talvez eu esteja.

– Hahahahahaha – O professor riu. – Você me diverte. – Retornou ao tom sério, mas que revelava algumas intensões – Vamos supor que esteja mesmo satisfazendo uma vontade, qual seria sua próxima ação?

Ergui uma sobrancelha enquanto o encarava com um sorriso malicioso. Fechei os olhos e descrevi minha vontade.

– Bom… – Disse num tom de voz aveludado e sensual – Eu me levanto e vou até o corredor garantir que estamos a sós, enquanto você aguarda aqui, imóvel. Eu retorno e tranco a porta. Você me olha da cabeça aos pés, meu cabelo embaraçado, minha camiseta molhada e transparente revelando meu sutiã lilás e meu umbigo, minhas calças estão tão coladas que você se pergunta como vai tirá-las, e se surpreende ao ver que já estou com meus pés brancos e as unhas vermelhas descalços em contato direto com o chão. Eu mordo o canto do lábio, ergo uma sobrancelha, e te pergunto, como a garota inocente que você pensa que sou: O que quer fazer comigo? Você reluta ainda sentado, imaginando a merda que essa loucura pode resultar, então eu me aproximo, apoio-me nas tuas coxas, empino meu quadril para trás e te beijo lentamente. Num movimento rápido você levanta e me prende na parede, passo as unhas levemente pela sua nuca. Te sinto arrepiar. Você me segura com força. Me ergue, minhas pernas estão envoltas à sua cintura. Minhas unhas estão cravadas no seu pescoço. Você faz movimentos, como se já me penetrasse, mas ainda estamos vestidos. Põe seu polegar na minha boca e fica excitado a me ver chupá-lo. Me senta na mesa, segura o meu cabelo com força, e bate na minha cara. Bate forte. Você chupa o meu pescoço e pergunta, sussurrando no meu ouvido:

– Quer ser fodida?

– Sou sua! – respondo suave – Me deita na mesa. Você rasgou a minha blusa! Para, por alguns segundos para olhar meu corpo ainda com calças. Passa a mão pela minha barriga e aperta meu seio por baixo do sutiã. Desce a mão, prestando muita atenção em cada pedaço de pele em que ela passa. Eu arranco minhas roupas de cima enquanto você desabotoa minhas calças. Você está com muita vontade, mas não desesperado. Sua calma me deixa ainda mais molhada. Puxa minha roupa até que ela saia toda. E então, é essa a visão que você tem: A sala de aula vazia, a lousa rabiscada, e eu, só de calcinha, deitada sobre sua mesa, o cabelo desalinhado, os braços envolvendo os seios, um dedo na boca, as pernas fechadas, e apenas uma delas dobrada. Branca como a neve, magra, lisa. Seu pau já pulsa louco, mas você quer muito sentir meu gosto antes. Quer ouvir meus gemidos que serão abafados ora com a sua mão, ora com minha camiseta rasgada. Você lambe meus dedos dos pés, morde minhas pernas, mas ainda quer me deixar mais molhada. Sobe pela minha barriga, lambendo cada centímetro dela. Alcança meus seios que cabem inteiros na sua boca. Nessa hora você já precisa tampar minha boca porque estou muito excitada. Lambe meus mamilos até eles ficarem bem rígidos. Chupa meu pescoço até marca-los. Volta fazendo marcas pelo meu corpo. Você beija minha virilha e minha boceta por cima da calcinha. Puxa meu quadril até a borda da mesa e se ajoelha. Você tira minha calcinha depois de ter passado a língua por cima dela. Ela está molhada. Chuva, saliva, mel. Minha boceta está pedindo para ser fodida. Você a chupa como nunca antes. Ela é pequena. Quente. Estreita. Seu pau pulsa. Você continua chupando. Sua experiência me faz querer gozar. Eu tento resistir. Você enfia um dedo enquanto me chupa e percebe o quão apertada eu sou, mas não consegue parar para me dizer isso. Agora o seu tesão é tanto que você se pergunta porque não o fez antes. Eu sussurro dizendo que está gostoso. E, ah! Caralho! Está gostoso mesmo. Minhas pernas estão dobradas e apoiadas no beiral da mesa, estão bem arreganhadas. Eu gozo. Mas você não quer parar. Continua! Você prende minhas pernas e afunda sua cabeça entre elas. Eu estou tendo orgasmos múltiplos. Você é louco! Me olha por entre minhas pernas bambas e me vê cansada, suada, mas não satisfeita. Se levanta, eu sento e te beijo. Tiro sua blusa. Passo minhas unhas pelas suas costas. Se afasta. É minha vez! Ajoelho diante de você e desabotoo suas calças. Seu pau já está bem duro. É tão gostoso! Passo a língua quente e bem molhada por todo ele, inclusive nas bolas. Eu te olho enquanto isso. Você me encara. Vou e volto, engolindo o máximo que posso. Você segura minha franja e me movimenta no seu ritmo. Eu chupo só a cabeça, devagar. Te olho e ordeno: Senta!

Sentado, pode me ver de quatro, ajoelhada à sua frente, nua, chupando seu pau. Eu o deixo bem molhado. Chupo a cabeça pulsante. Tento engoli-lo inteiro, mas me engasgo. Ele gosta disso. Gosta de ver a ninfeta engasgar no seu pau. Eu pego um ritmo e pede que eu pare. Não quer gozar ainda. Eu chupo suas bolas enquanto ele se contém. Passo a língua mais uma vez por todo o seu pau. Então me levanto. Viro-me de costas. Ele admira minha cintura fina, o desenho do meu quadril, e a curva perfeita das minhas pernas. Eu as abro, empino o quadril e encaixo minha boceta no seu pau. Ele segura bem forte minha cintura enquanto rebolo, subo e desço bem gostoso. Segura meu cabelo com força e me puxa para trás, assim consegue ver a parte da frente, minha boceta saltando com força na sua pica. Eu toco meu clitóris. Ele chupa minha nuca! Está muito excitado com tudo isso. Eu diminuo a frequência. Vou devagar. Bem devagar.

– Mais rápido!

Eu não obedeço. O olho por cima do ombro. Devagar. Me levanto. Inclino-me sobre a mesa. Pés ainda no chão. Tronco e rosto na mesa. Bunda empinada. Mãos para trás. Ele levanta louco e me fode de pé, apoiada sobre a mesa. Puxa meus braços e meus cabelos. Se concentra para não gozar.

– Está muito gostoso. Não está, professor?

Ele me bate. Bate no meu quadril.

– Vadia!

Já estou gemendo alto, mas ele quer que se foda. Segura forte meu pescoço com as duas mãos e mete com força. Cada metida é um orgasmo. Seu pau chega fundo na minha boceta. Eu gozo de novo. Ele me deixa sem fôlego. Percebe minhas pernas amolecidas.

– De quatro, putinha!

Eu obedeço. Nunca viu algo igual. Eu fico empinada. “Perfeita!” Ele pensa.

– Gostosa. – Diz.

Suas mãos encaixam perfeitamente na minha cintura e me puxam contra seu pau. Mais uma vez consegue ir fundo. Ah! Eu estou gemendo. Me bate mais. Sem tirar seu pau de dentro de mim eu sento de costas para ele. Agora está deitado. Eu cavalgo como uma égua no seu caralho. Não aguenta mais segurar. Já deve ter dado umas esporradas dentro de mim. Meus movimentos são rápidos. Minha boceta é estreita e quente. Já perdeu a força. O olho por cima do ombro.

– Vai dar leite para eu mamar?

Ele só sorri. Eu acelero. Até gemer mais alto. Eu saio de cima, fico de quatro na sua frente, com o rosto para o seu pau e o masturbo. Está suado e louco por essa cena. Eu bato uma punheta gostosa. Não aguenta. Sua porra espicha por todo meu rosto. Eu termino de limpá-la com a língua. É muita porra. Lambo os lábios, mordo-os em seguida, ergo a sobrancelha.

– Arrependido?

– Someone.

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