conto

Mais um 12 de Junho Qualquer

Era outono, talvez o relógio marcasse 18h47. Eu, embora paulistana, não havia saído preparada de casa, baby look branca, e sem blusa de frio, tomei chuva a caminho da faculdade. Praguejei contra mim mesma, culpando-me pelo péssimo dia que tive.

– Boa noite! – Disse ao entrar no elevador onde percebi olhares de reprovação.

Oitavo andar. Em dias comuns ele estaria mais movimentado, mas em final de semestre, pós-provas, a faculdade tornara-se mesmo um breu.

BRANCA COMO O LUAR

Escrito por: Carlos Monteiro Estou perdido na noite. Engraçado, todas as noites, fico sem sono. Eu fecho os meus olhos para dormir, e vem teus olhos misteriosos, pronto para me […]

Pular para a barra de ferramentas