Relento

Relento

Escrito Por: Carlos Monteiro

Um amor,

Brotado nas raízes da piedade.

Crescendo com a bruteza da sinceridade…

Agora, eu clamo a simples verdade!

De andar atrás de um velório despido

Peguei na alça do robusto caixão.

Dentro dele, tinham destruído um coração,

Do pobre homem desfalecido…

Foi o pior dos piores enterros

O amor falecendo e se perdendo,

No sentimento, não mais crendo!

Chega! Estou confuso…Estou clamando.

Inutilidade é viver sem vida,

Mas será que estou amando?

O cemitério fica nas partes do norte,

Onde eu vi, os olhos feridos…

Lagrimejando com as pompas do vento!

Eu senti o amor e os ecos da morte,

Sendo jogado no buraco das terras dos padecidos…!

Tremi! Por amanhecer ali. Perto do relento…

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